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O governo Jair Bolsonaro leiloou hoje, na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), 12 aeroportos, divididos em três regiões: Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. No total, o governo arrecadou R$ 2,377 bilhões em outorgas para os cofres públicos.

O ágio médio, a diferença entre o mínimo fixado pelo governo para pagamento inicial e a soma dos lances vitoriosos, foi de 986%.

Dois dos três blocos foram arrematados por estrangeiros. Veja quem levou os blocos e quais são os aeroportos em cada um.

Nordeste

Mais cobiçado, o bloco foi arrematado pela espanhola Aena, que venceu o leilão com um lance de R$ 1,9 bilhão. A empresa terá que fazer investimentos de R$ 2,15 bilhões nos próximos 30 anos.

Centro-Oeste

O bloco foi leiloado ao consórcio Aeroeste, formado por duas empresas de transporte rodoviário, a Socicam (empresa responsável pelo Terminal Tietê, em São Paulo) e a Snart. O grupo pagará R$ 40 milhões à União e deverá fazer investimentos de R$ 770,6 milhões em 30 anos.

Sudeste

O bloco foi arrematado pela companhia suíça Zurich, que venceu o leilão com uma proposta de R$ 437 milhões, que serão pagos à União. Deverão ser feitos investimentos de R$ 3,5 bilhões nos próximos 30 anos.

Disputa de 20 milhões de passageiros

Os 12 aeroportos correspondem a 9,5% do mercado doméstico e aviação e movimentam quase 20 milhões de passageiros por ano. O setor, entretanto, ainda cresce em um ritmo abaixo do desejado.

O número de passageiros que circularam pelos dez aeroportos já concedidos à iniciativa privada cresceu 5% no ano passado. Nos terminais que vão a leilão em 15 de março, o movimento avançou 6%.

Parlamentar contrário ao leilão é derrotado no Judiciário

Na terça-feira (12), o Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) negou pedido para a suspensão do leilão de aeroportos. O deputado Felipe Carreras (PSB-PE) queria suspender a licitação relativa ao Aeroporto Internacional do Recife.

Foi a terceira vez que o parlamentar pede a suspensão do leilão. Carreras argumentou que o formato do leilão em bloco apresenta “risco de competitividade” ao aeroporto do Recife, o único superavitário no pacote de terminais que será concedido.

Leilão de aeroportos é herança do governo Temer

O leilão dos 12 terminais faz parte do PPI e é uma herança da gestão de Michel Temer. O governo Bolsonaro estimou que pode leiloar pelo menos 49 projetos de infraestrutura em 2019, com investimentos que devem chegar a R$ 67,9 bilhões.

O Executivo pretende leiloar 23 projetos até abril, nos cem primeiros dias da gestão de Bolsonaro, com previsão de investimentos de R$ 6,9 bilhões. Além dos 12 aeroportos, dez portos, e a Ferrovia Norte-Sul devem ser concedidos a iniciativa privada.

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UOL Notícias

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