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A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) defendeu o aumento da concorrência no setor bancário como forma de estimular a redução dos juros no Brasil.

Segundo a entidade, com mais competidores e, ao mesmo tempo, medidas para estimular a procura por crédito no país, as taxas poderão cair mais rapidamente. “A Febraban e seus associados são 100% a favor da ampliação da concorrência”, declarou Murilo Portugal, presidente da entidade.

A Febraban lançou nesta terça-feira (4), em São Paulo, um livro com propostas para reduzir os juros no Brasil e estimular o crescimento da economia.

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“Para o Brasil crescer mais é preciso que os juros caiam mais. A função dos bancos é financiar consumo e o investimento. Quem empresta para um volume maior de pessoas e empresas reduz o risco”, afirmou.

Portugal explicou que são necessárias medidas que reduzam o custo da intermediação financeira e, ao mesmo tempo, estimulam a competição, para que a redução nos custos seja efetivamente repassada aos clientes.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou que a instituição tem adotado um conjunto de medidas para impulsionar a redução dos juros ao consumidor e às empresas no país. Ele citou ações como a regulamentação das contas de pagamentos, das fintechs de crédito e a possibilidade de abertura eletrônica de contas correntes por pessoas físicas e empresas.

“Somos todos a favor da competição, como foi colocado pelo Murilo. Ela gera mais eficiência e melhores produtos”, disse Goldfajn.

Juros perto de 300% ao ano

Em média, os juros do rotativo do cartão de crédito ficaram em 279,1% ao ano em outubro. No cheque especial, os juros foram de 300,4% ao ano. 

Os dados são os mais recentes divulgados pelo Banco Central. Para efeito de comparação, a taxa básica de juros do país (Selic) está em seu menor patamar histórico, a 6,5% ao ano.

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