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O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara dos Deputados, Felipe Francischini, encerrou a sessão de hoje pouco depois das 23h30, sem que o relatório de admissibilidade da reforma da Previdência fosse votado.

Os trabalhos serão retomados amanhã, em sessão convocada para as 10h, e a expectativa de Francischini é que o parecer sobre a proposta seja finalmente votado.

Apesar de um acordo firmado ontem com líderes do governo, da oposição e do centrão para que a sessão fosse finalizada às 22h, a audiência levou 1h30 a mais. A justificativa oficial foi que a obstrução do Psol ainda de manhã levou exatamente esse tempo.

A sessão teve início às 10 horas e foi destinada a que os deputados pudessem manifestar suas opiniões sobre a proposta.

O acordo de líderes havia estabelecido um número máximo de deputados que não integram a CCJ e poderiam se pronunciar: 10 do governo e 10 da oposição. Porém, após pressão dos mais de 60 deputados inscritos, sob os gritos de “todo mundo vai falar”, Francischini recuou e decidiu permitir que todos os inscritos que não integram a comissão falassem por cinco minutos.

Ao longo da sessão, Francischini afirmou que a “tendência” é que o relatório seja votado até amanhã. O parlamentar declarou que ainda está definindo com sua assessoria a melhor estratégia regimental para evitar discursos desnecessários e medidas para atrasar a votação.

Amanhã é o último dia possível para que o parecer seja votado antes do feriado de Páscoa.

Entenda a proposta de reforma da Previdência em 10 pontos

UOL Notícias

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