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A semana começou com melhores ventos,  dentro e fora do Brasil.  Prevaleceu na economia uma combinação de boas notícias e outras nem tanto.

A expectativa de inflação para 2019, captada pela Pesquisa Focus do Banco Central, continua baixa: 3,89%, inferior à meta, de 4,25%. O índice de preço ao consumidor da última quadrissemana de março (isto é, das quatro semanas deste mês contra as quatro anteriores) fechou em 0,65%, equivalente a um patamar de 8% anual. Mas há sinais claros de desaceleração.

Mas enquanto os economistas falam em média de aumento dos preços, os consumidores se preocupam com itens importantes para seu cotidiano, como remédios. Os preços máximos dos medicamentos poderão aumentar até 4,33% a partir de abril, conforme autorizado pela Câmara de Medicamentos.

Mesmo com este controle do reajuste dos preços, vale a pena pesquisar antes de comprar sua cesta. Concorrência entre a farmácias e a tecnologia ajudam: hoje o consumidor tem mais informação através de inúmeros sites de busca e pode comparar mais facilmente os preços dos produtos do que no passado.

Contudo, o maior problema atual é o desemprego e não a inflação. O desemprego só será diminuído  mediante a retomada do crescimento.  2019 deverá ser o terceiro ano seguido de alta do PIB, mas em ritmo insatisfatório, inferior a 2%.

Nesta semana, o mercado revisou para baixo, mais uma vez, suas projeções de expansão para neste ano (1,98%). É muito pouco para um país cuja economia viveu recessão que lhe subtraiu cerca de 9% do PIB em dois anos e que, desde então, conseguiu crescer apenas 3,3%.

A revisão das expectativas para 2019 reflete o recuo dos indicadores de confiança, que em março retornaram ao patamar pré-eleitoral. Este desapontamento abrangente ocorreu  tanto na indústria, quanto no comércio, nos serviços e entre os consumidores.

Uma onda de otimismo marcou o período imediatamente posterior às eleições e passou mais rápido do que o esperado. Nos momentos mais tensos da semana passada, parecia que a lua de mel tinha acabado. Ainda dá para retomá-la, se o governo se concentrar nas prioridades da  economia.

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