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As prisões deliberadamente espetaculares do ex-presidente Temer e do ex-ministro Moreira Franco derrubaram a Bolsa e deixaram o mercado apreensivo em relação a possíveis efeitos negativos sobre a tramitação da reforma da previdência.

Apesar do receio geral e da lembrança do chamado “Joeslay Day”, quando foi divulgada a conversa entre Temer e Joesley Batista na noite de 17 de maio, a bomba desta última quinta-feira não deve abrir crise tão grave quanto a de 2017.

A intensidade da queda do Ibovespa foi menor: a bolsa fechou com uma diminuição de 1,3% depois da prisão de Temer contra uma redução de mais de 8% com o episódio Joesley.

Faz toda a diferença a prisão de um presidente em exercício e de um ex-presidente. As denúncias do ex- procurador geral da República, Rodrigo Janot, não ajudaram o combate à corrupção, mas foram bem eficazes para impedir a reforma.

Em 2017, o episódio Joesley permitiu a formulação de duas denúncias contra o presidente que praticamente imobilizaram o Executivo. Todo o cacife político do governo Temer foi usado para impedir um impeachment em detrimento do esforço para aprovar a reforma.

A situação é diferente em 2019. O atual governo pode ignorar o fato ou atribuí-lo a um acerto de contas com a “velha política”. Haverá ruído e mal-estar no Congresso, mas não o suficiente para inviabilizar a aprovação da reforma.

É provável que depois de dois pregões de queda, a Bolsa estacione um pouco entre 96.000/97.000 para retomar em seguida, rumo aos 100.000.  O dia de Joesley atrasou o ajuste da economia por dois anos. O de Temer, por duas horas, até o Ibovespa começar a recuperar.

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