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Barcelona, na Espanha, virou o centro global da tecnologia sem fio durante os quatro dias do Mobile World Congress (MWC), realizado na última semana. O evento reuniu mais de 2.200 empresas e cerca de 100 mil pessoas, que acompanharam as novidades de companhias telefônicas e de tecnologia, fabricantes de celulares e montadoras de automóveis.

O tema do MWC deste ano, não por acaso, foi “Intelligent Connectivity” (conectividade inteligente). Quase tudo em torno do evento envolvia a quinta geração da telefonia móvel, o 5G –o blog Porta 23 explica em detalhes o que ele significa.

Hora da mega conectividade

A “mega conectividade” pretende transformar de vez os carros em veículos autônomos e tornar possível a revolução da internet das coisas (IoT), onde absolutamente tudo –cozinhas, camas, banheiros, roupas, estradas e cidades, por exemplo– estará conectado.

Impulsionada por esta conectividade, a economia digital vai gerar US$ 23 trilhões até 2025, segundo dados do estudo Global Industry Vision (GIV), da chinesa Huawei.

Apesar de exibir desde drones tripulados, ambulâncias conectadas e equipamentos de realidade virtual, as grandes estrelas do evento ainda são os smartphones e seus dispositivos. O público se aglomera em frente aos espaços de marcas como Samsung, Sony, Motorola, LG e Huawei, com aparelhos prontos para receber a rede 5G.

Tudo bem. Mas quando ela chega?

Segundo a GSMA, associação que representa os interesses das operadoras de redes móveis em todo o mundo, a expectativa é que apenas 15% das redes mundiais funcionem em 5G até 2025. Por aqui, a rede 5G ainda é uma realidade distante.

Apesar de o presidente da Anatel (Agência Nacional das Telecomunicações), Leonardo Euler, ter confirmado que o edital do 5G deve ser publicado ainda neste ano, a disputa pode ocorrer até março de 2020. A expectativa real é que o 5G brasileiro não chegue antes de 2023.

Invasão asiática

Para Marcelo Castelo, CEO da MUV Mobile, e que esteve no evento pela 13ª vez, o MWC deste ano contou com um ingrediente a mais: uma invasão asiática.

“As empresas ocidentais que desejam entrar no mercado asiático precisam de parceiros locais. A China, por exemplo, é todo um ecossistema novo. Além do simples fato da [loja de aplicativos] Play Store não existir lá, ainda existem questões que envolvem idioma e leis, por exemplo”, afirmou.

Pagando para quem autorizar anúncio

Outro destaque da feira, segundo Castelo, é a presença do Brave, navegador criado por Brendan Eich, ex-CEO do Mozilla e um dos criadores do Javascript. O programa promete ser mais rápido e seguro que os concorrentes. Segundo a empresa, o Brave consome 40% menos bateria do que os navegadores populares, como Chrome e Firefox.

A maior diferença é que promete recompensar quem vê os anúncios. “Além de seguro, adota um modelo que pretende compartilhar a receita de publicidade com os usuários”, disse Castelo. O consumidor que autorizar anúncios no programa receberá em troca criptomoedas –pode receber até 70% do valor pago pelos anunciantes.

Primeiras impressões do V50, o celular de duas telas da LG

UOL Notícias

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