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A líder do governo no Congresso Nacional, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), afirmou hoje que o governo não abre mão de uma economia de pelo menos R$ 1 trilhão com a reforma da Previdência. Ela participou de uma reunião com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e com ministro da Economia, Paulo Guedes.

“O que é inegociável não são alguns pontos. É um ponto, que é o tamanho da economia de R$ 1 trilhão. Queremos aprovar a melhor reforma que tem que ter uma reforma de trilhão. Essa é a nova Previdência”, disse.

Ela também declarou que o presidente Jair Bolsonaro está disposto a dialogar sobre a proposta de mudança no BPC (Benefício de Prestação Continuada). Pela proposta, aos 60 anos os segurados da Previdência receberiam R$ 400 e aos 70 teriam direito a um salário mínimo.

Guedes e Bolsonaro prometem diálogo

Atualmente, os segurados recebem um salário mínimo a partir dos 65 anos. Segundo ela, tanto Bolsonaro como Guedes estão dispostos a conversar sobre o tema. Entretanto, ela negou que o governo fará concessões.

“Vamos dialogar. Essa foi a orientação do presidente. Queremos construir dentro do parlamento a aprovação dessa reforma. A melhor reforma possível. O que o ministro nos disse é que ele não está fechado para o diálogo. Não dá para se aprovar uma reforma manca”, disse.

Governo aceitará indicações técnicas para cargos

Joice afirmou, ainda, que há um compromisso do governo em não contingenciar emendas parlamentares diante das restrições orçamentárias. Segundo ela, também há um compromisso de Bolsonaro em nomear indicações técnicas para cargos públicos.

“O problema de tudo é a corrupção. Queremos indicações de pessoas que tenham o passado e a reputação ilibada. Por outro lado, não discutimos antecipação do envio da reforma dos militares”, afirmou.

Entenda a proposta de reforma da Previdência em 10 pontos

UOL Notícias

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