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O governo precisa melhorar a qualidade da articulação com o Congresso, na opinião de Guilherme Leal, copresidente do conselho de administração da Natura. Sua esperança é a de que “o período mais crítico tenha ficado para trás ​”.

“Temos que torcer e fazer o que estiver ao nosso alcance. Obviamente, os primeiros passos não foram os mais habilidosos nessa articulação política que tem que acontecer”, disse Leal. 

A reforma da Previdência, como está, agrada?

A reforma, no seu todo, tem coisas muito positivas e, obviamente, em qualquer lugar do mundo, a reforma da Previdência é um assunto muito controverso e complexo. Ela tem que passar pela discussão democrática no lugar correto, que é o Congresso, com as lideranças executivas exercendo o seu papel de convencimento dos congressistas para a implementação da reforma.

E tem ambiente para isso e um governo com a capacidade?

Aí nós temos que torcer e fazer o que estiver ao nosso alcance. Obviamente, os primeiros passos não foram os mais habilidosos nessa articulação política que tem que acontecer. É legítimo. Democracia é isso. É articulação política. Espero que ela melhore.  

Há rusgas nas negociações entre governo e legislativo. Como o senhor avalia isso? Que dica daria ao governo?

Vejo com preocupação essa articulação, que não é a melhor, para ser diplomático, entre Executivo e Legislativo. Obviamente, todo o mundo está esperando que a coisa engrene. A reforma não será a que foi mandada, será objeto de negociação.

Mas precisa existir essa negociação, as partes precisam ver em que é possível ceder, quais são as adesões que se faz [ao projeto]. Política é isso. Fora disso, a arte da conversa. Fora disso, é a barbárie.

Há a necessidade de melhorar a qualidade da articulação com o Congresso, isso é óbvio. As lideranças do próprio governo vocalizam isso. Esperemos que o período mais crítico tenha ficado para trás.

Leia a coluna na íntegra aqui.

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