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O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta quinta-feira (29) que o ministério terá seis secretarias especiais, e que, com isso, espera “reduzir em até 30% o total de cargos”.

As secretarias especiais serão:

  • Fazenda
  • Planejamento
  • Produtividade
  • Comércio Exterior e Assuntos Internacionais
  • Desestatização e Desmobilização
  • Previdência e Receita

Três nomes já definidos

Guedes declarou que Marcos Troyjo ocupará a Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais. Troyjo é professor da Universidade Columbia e comentarista da rádio Jovem Pan, e atuava como conselheiro de Guedes para temas de economia internacional e comércio.

Guedes também confirmou que Salim Mattar, sócio e presidente do conselho da rede de aluguel de carros Localiza, será secretário especial de Desestatização e Desmobilização. A pasta será responsável pelo processo de privatização de estatais e venda de imóveis.

Marcos Cintra será o secretário de Previdência e Receita, disse Guedes. Ele é doutor em Economia por Harvard e presidente da Finep, agência pública que financia a inovação. A supersecretaria vai unir Receita Federal e a atual Secretaria da Previdência, e estava sendo chamada internamente de secretaria de “arrecadação”.

Nomes cotados para outras três pastas

As outras três pastas ainda não foram definidas, mas alguns nomes são especulados.

Para a Secretaria de Fazenda é cotado Waldery Rodrigues Júnior.

Esteves Colnago, atual ministro do Planejamento, deve ser secretário de Planejamento

Carlos da Costa, ex-diretor do BNDES e colaborador do time, é apontado como possível secretário de Produtividade.

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