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Após deixar uma reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou hoje que fez uma visita de cortesia para tratar de temas como a reforma da Previdência e o pacto federativo. A visita do parlamentar não consta na agenda pública do ministro.

“Eu estava com saudades do Paulo Guedes. Vim bater um papo com ele. Ele me explicou como será discutida, amanhã, a proposta de reforma da Previdência, e falou muito sobre o pacto federativo, [sobre] como ele pretende fazer a entrega dessa mensagem para o Senado Federal”, disse.

Flávio afirmou que os dois não entraram em detalhes sobre o texto da reforma, como qual será a idade mínima que a equipe econômica apresentará ao presidente Jair Bolsonaro.

“Ele não entrou em detalhes porque vai tratar do tema com o presidente. Se Deus quiser ele [presidente Bolsonaro] estará em casa hoje e precisa ficar de repouso.”

Presidente deve receber ministro da Economia amanhã

Apesar da necessidade de descanso, Flávio afirmou que o presidente deve receber algumas autoridades amanhã no Palácio da Alvorada, entre eles, o ministro da Economia.

“Trouxe um pouco do clima do Senado para o ministro, que está receptivo ao debate sobre a reforma da Previdência. Quis saber a forma como ele vai apresentar a proposta para os parlamentares. Eu acho importante ele fazer essa comunicação com o parlamento para explicar melhor as propostas”, disse.

Flávio declarou que é importante o ministro da Economia se reunir com parlamentares para detalhar o texto da reforma porque nem todos os deputados e senadores conhecem profundamente o tema.

“É um tema complexo. Não é qualquer um que compreende. Parlamentares têm dificuldades de entender alguns detalhes também. O impacto, o alcance e a visão global do que é a reforma da Previdência precisa ser muito bem explicado”, afirmou.

Pacto federativo também foi debatido entre parlamentar e ministro

O parlamentar também disse que o pacto federativo foi um dos temas da conversa. Segundo ele, uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) deve ser encaminhada ao Congresso sobre o tema.

“A redistribuição de atribuições, de responsabilidade e de orçamento deve fazer parte desse texto. Falamos disso desde a campanha. Em que momento isso vai para o Congresso eu não sei, mas é dos pilares, junto da reforma da Previdência, da nossa economia e do nosso país”, afirmou.

Questionado sobre a investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro contra ele e um ex-assessor por supostas transações suspeitas, o parlamentar afirmou que aguarda os desdobramentos do processo. “A investigação está parada no Ministério Público e vamos aguardar”, disse.

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