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 O PayPal e a BigData Corp acabam de divulgar o Índice Geral do E-commerce Brasileiro (IGEB) do mês de janeiro. Entre os destaques está o viés de queda no nível de segurança das lojas online, provavelmente provocado pelo crescimento na quantidade de novas operações registradas entre dez de 2018 e janeiro deste ano. Nesse intervalo, o e-commerce brasileiro apresentou leve crescimento tanto na quantidade de lojas, quanto no volume de transações.  “Há um movimento considerável adoção do chamado e-commerce B2B”, comenta Thoran Rodrigues, CEO e fundador da Big Data Corp.  “No PayPal, temos visto aumentar a quantidade de lojistas B2C que utilizam o seu saldo para pagar a compra de insumos, em operações de e-commerce B2B. É o B2C2B”, comenta Thiago Chueiri, diretor de desenvolvimento de negócios do PayPal.

Apesar de o índice ter sido apresentado em dezembro de 2018, e reunir números desde janeiro de 2017 (como mostra o gráfico abaixo), a PayPal considera o índice de janeiro de 2019 como o primeiro da série mensal.

A escala vai de zero a mil, considerando que quanto maior o número, melhor. O nível atual é considerado bom e com tendência de estabilidade. Enquanto em dezembro foi de 702,77 pontos., em janeiro atingiu 945,76 pontos, puxado sobretudo pelo aumento do tamanho do mercado. 

Nesse momento, os quatro indicadores que compõem o índice têm o mesmo peso. Algo que será ajustado aos poucos, de acordo com a evolução da série histórica, sendo o diretor do PayPal.

“Nos preocupamos em olhar para diferentes aspectos, incluindo segurança, porque queremos ajudar o mercado brasileiro a continuar olhando para esses aspectos”, comenta Chueiri. “Esse indicativo de baixa em relação à segurança não deixa de ser um alerta para que as lojas estejam preparadas para a evolução das questões relacionadas ao tema. Há dois anos, poucos lojistas se preocupavam com certificados SSL. Hoje é padrão”, ressalta o executivo. Cada vez mais, a guarda segura de dados pessoais entra nessa equação, por exemplo. Em 2018, as notícias sobre vazamentos de dados envolvendo operações de e-commerce revelaram que há muito a fazer nesse aspecto.

“Tem muita coisa por trás da segurança. Por exemplo, criptografia em relação às senhas e e-mail, uso de meios de pagamento seguros, a proteção de formulários… Há uma série de drivers que compõem esse indicador”, ressalta Chueiri.

 

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