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O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado como referência para reajustar valores de contratos, como os de aluguel de imóveis, avançou 1,26% em março, após variar 0,88% em fevereiro. O índice acumula alta de 2,16% no ano e de 8,27% em 12 meses.

Os dados foram informados hoje pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Preços no atacado puxam o índice

No mês, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral e apura a variação dos preços no atacado, teve alta de 1,67%, depois de subir 1,22% em fevereiro.

No IPA, o destaque partiu do movimento dos Bens Intermediários, que mostrou avanço de 0,87%, ante recuo de 0,35%. Vale mencionar o comportamento do subgrupo materiais e componentes para a manufatura.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, acelerou a alta ao subir 0,58% em março, de 0,26% no mês anterior.

A principal contribuição partiu do grupo Transportes, que avançou 0,82%, depois de ter permanecido estável no levantamento anterior.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, repetiu a taxa do mês anterior, com alta de 0,19%.

Inflação oficial

Existem vários índices de inflação no país. O IGP-M é diferente do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), considerado a inflação oficial e medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas).

Em fevereiro, o IPCA foi de 0,43%. Em 2018, o índice encerrou o ano em alta de 3,75%, dentro da meta do governo para o ano passado.

(Com Reuters)

Por que a inflação no nosso bolso parece maior do que a inflação oficial?

UOL Notícias

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