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O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que mede a inflação oficial no país, ficou em 3,75% em 2018, após encerrar o ano anterior em 2,95%. Em dezembro, o índice foi de 0,15%. 

O resultado de 2018 está dentro do limite da meta do governo, de manter a inflação em 4,5% no ano, com uma tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo, ou seja, podendo variar entre 3% e 6%.

As informações foram divulgadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (11).

Inflação abaixo da meta em 2017

A inflação fechou 2017 em 2,95% e ficou abaixo do limite mínimo da meta do governo pela primeira vez na história. Foi a menor inflação anual desde 1998 (1,65%).

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn teve que enviar uma carta ao então ministro Henrique Meirelles dizendo que a meta não havia sido cumprida no ano passado devido à queda nos preços dos alimentos, após safras recordes. 

A carta é uma exigência em caso de descumprimento da meta de inflação. 

Expectativa em 2018

A expectativa de analistas consultados pelo Banco Central era que a inflação terminasse o ano passado em 3,69%. Já o governo do ex-presidente Michel Temer havia previsto alta de 4,3% nos preços. 

Previsão para 2019

Economistas consultados pelo Banco Central estimam que a inflação neste ano será de 4,01%

Juros x inflação

Para tentar controlar a inflação, o Banco Central pode usar a taxa de juros. De modo geral, quando a inflação está alta, o BC sobe os juros para reduzir o consumo e forçar os preços a cair. Quando a inflação está baixa, o BC derruba os juros para estimular o consumo.

Em dezembro, o Comitê de Política Monetária do BC decidiu manter a taxa de juros em 6,5% ao ano, menor nível da história (o Copom foi criado em 1996).

Por que a inflação no nosso bolso parece maior do que a inflação oficial?

UOL Notícias

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