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O líder do PSL na Câmara, delegado Waldir (GO), negou que a escolha do deputado Marcelo Freitas (MG), também do PSL, para a relatoria da reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça, tenha a ver com a decisão dos partidos do centrão e outros como o DEM e o PSDB, de rejeitarem a função.

Na semana passada, lideranças desses partidos comunicaram ao presidente do colegiado, Felipe Francischini (PSL-PR), da decisão, limitando a escolha. Na quarta-feira, as especulações em torno dos possíveis indicados giravam em torno do Novo e do PSL.

De acordo com Waldir, essa questão foi superada em conversas entre vários líderes partidários. Nas últimas semanas, ele havia dito enfaticamente que a relatoria não ficaria com o PSL justamente para “dar protagonismo a outro partido”.

Nesta tarde, no entanto, ele mudou o discurso e disse que o protagonismo na matéria cabe ao partido do presidente Jair Bolsonaro. “Tínhamos excelentes nomes e foi uma construção que fizemos para termos um trabalho técnico de qualidade”, disse.

Após o anúncio de Freitas, Waldir afirmou que as suas últimas falas foram uma estratégia para despistar a imprensa e tirar o foco do partido. “A gente fez isso para poder se concentrar”, disse ao Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Entenda a proposta de reforma da Previdência em 10 pontos

UOL Notícias

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