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A fabricante de papel e celulose Klabin lançou neste mês uma nova embalagem voltada para a conservação de cafés especiais. Feita de um tipo resistente de papel, desenvolvido ao longo de dois anos de pesquisa, a embalagem é destinada à indústria e a exportadores como alternativa às tradicionais sacas de juta, o tipo de tecido comumente usado na armazenagem de grãos.

Mais resistentes e com maior vedação, as novas embalagens da papeleira oferecem melhor conservação para os grãos que as sacas de tecido, e também são uma opção mais barata que o embalamento a vácuo. 

“Passados 18 meses, os cafés especiais do tipo natural acondicionados nas nossas embalagens atingiram o maior nível de pontuação na preservação das características originais dos grãos”, afirmou a Klabin. A pontuação da qualidade do grão, segundo a companhia, ficou acima de 82 pontos, enquanto nas embalagens a vácuo ficaram em 81 e, nas de juta, em 73 pontos, numa escala de zero a 100.

As embalagens da Klabin são recicláveis e feitas a partir da madeira das florestas certificadas e plantadas pela companhia. 

O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo e cultiva duas variedades: o arábica, usado nas misturas de alta qualidade, e o robusta, também conhecido como conilon, base do café solúvel.

Segundo a Klabin, a estimativa do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) é de que 20% da plantação nacional em 2017 tenha sido de cafés especiais. Estados Unidos, Japão e países da Europa estão entre os principais compradores dos grãos especiais brasileiros.

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