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SÃO PAULO — O lucro líquido recorrente do Itaú Unibanco caiu 40,2% no segundo trimestre de 2020, na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 4,205 bilhões. Frente ao trimestre anterior, o lucro cresceu 7,5%. O resultado ficou em linha com as projeções dos analistas compiladas pela Bloomberg, de R$ 4,255 bilhões.

O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido — um indicador que mede como os bancos investem os recursos de seus acionistas) despencou dez pontos percentuais de um ano para o outro, terminando o segundo trimestre de 2020 em 13,5%. No fim de março, porém, estava em 12,8%.

A margem financeira recuou 3,66% no segundo trimestre sobre o mesmo período de 2019, acompanhando o desempenho do lucro. A margem financeira gerencial, que leva em conta operações com clientes e com o mercado (tesouraria), ficou em R$ 17,776 bilhões, ante R$ 18,451 bilhões entre abril e junho do ano passado. O resultado ficou em linha com o valor visto nos três primeiros meses deste ano.

Já a receita de serviços do banco apresentou uma queda na comparação anual, indo de R$ 9,063 bilhões para R$ 8,396 bilhões — baixa de 7,4%. “As receitas de serviços apresentaram redução em função do impacto da menor atividade econômica nas receitas com cartões (emissor e adquirência), da menor atividade no mercado de capitais na receita de assessoria econômica, corretagem e fundos”, explicou o banco.

Empréstimos e calotes

O banco aumentou consideravelmente as provisões para perdas com calotes, que tiveram um salto de 71,6% na comparação anual, ficando em R$ 7,561 bilhões. O valor, no entanto, é menor do que os R$ 10,398 bilhões que haviam sido reportados no trimestre anterior.

“Em meio ao cenário adverso da economia em face da pandemia de Covid-19 notamos alguns sinais de melhora ao longo do segundo trimestre. Por esse motivo, nosso modelo de provisionamento, que é atualizado em função das condições macroeconômicas, gerou menores provisões nesse trimestre do que no trimestre anterior, quando teve início a crise”, disse o banco.

O custo do crédito do Itaú teve uma redução de 23% entre abril e junho deste ano, na comparação trimestral, atingindo R$ 7,8 bilhões. Porém, contra o segundo trimestre de 2019, houve um aumento expressivo de 92,1% desse indicador.

Apesar de ter ampliado as provisões para calote, o maior banco privado do país observou uma queda da inadimplência acima de 90 dias, que passou de 2,9% no segundo trimestre de 2019 para 2,7% no mesmo período deste ano. Em março, o indicador estava em 3,1%.

A carteira de crédito total do banco teve aumento de 2,9% na comparação trimestral e de 20,3% na comparação anual, totalizando R$ 811,3 bilhões.

A carteira de pessoas físicas contraiu 3,8% frente ao trimestre anterior, principalmente em função da menor carteira de cartão de crédito. Em 12 meses, o crescimento foi de 2,9%, com destaque para os crescimentos em crédito pessoal, veículos e crédito imobiliário.

Já a carteira de pessoas jurídicas cresceu 3,4% frente ao trimestre anterior, principalmente em produtos como capital de giro e crédito imobiliário. Em 12 meses, o crescimento foi de 29,2%, com movimentos importantes em capital de giro, veículos e financiamento à importação/exportação, destacou o banco.

Proventos

Junto com o resultado, o maior banco privado do país informou ainda que seu conselho de administração aprovou hoje o pagamento, em 26 de agosto, de proventos aos acionistas, tendo como base de cálculo a posição acionária final registrada no dia 17 deste mês.

Serão pagos JCP (juros sobre o capital próprio) no valor de R$ 0,0529 por ação, com retenção de 15% de Imposto de Renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,044965 por ação.

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