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O mercado não tem partido nem ideologia. Torce para quem ajuda a passar as  reformas e ajustar a economia.

Nesse sentido, o resultado das eleições para as presidências da Câmara e do Senado correspondeu, em grande medida, ao esperado pelo mercado, mas também trouxe surpresas.

A vitória do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) não surpreendeu. Estava no preço das ações. Desde que sua candidatura ganhou força, reforçou o otimismo.

Em contraste, a eleição para a presidência do Senado gerou alguma apreensão. Primeiro, porque, até chegar à vitória do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), o processo foi desgastante.

Houve bate-boca, disputas que quase chegaram às vias de fato, suspensão da sessão e anulação de votação com um número de votos superior ao de eleitores! A julgar pela sessão de votação, a condução dos trabalhos no Senado não será nada fácil, especialmente quando a aprovação de polêmicas emendas à Constituição estiverem na pauta.

Segundo, parte do mercado e do próprio governo teme que a vitória sobre a candidatura Renan Calheiros (MDB-AL) cobre um preço caro ao fortalecer a bancada de oposição às reformas.

Além disso, o governo não pode se iludir com os votos obtidos por Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre. Não representam necessariamente um compromisso com as reformas. A maioria terá de ser construída ao longo das próximas semanas.

Assim, há consciência de que o caminho não será fácil, mas o país nunca esteve tão próximo de aprovar reformas. Superadas as eleições no Congresso, prevalece o otimismo moderado e a tendência de alta da Bolsa de Valores rumo aos 100 mil pontos. Com muitas altas e baixas.

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