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Após o grupo XP aumentar o valor mínimo para investimentos em renda fixa e ser criticado na web pelos próprios clientes, muita gente que não tem o dinheiro necessário já pensa em opções.

O que muitos investidores podem não saber é que é possível trocar de corretora e fazer a transferência da custódia dos investimentos sem precisar resgatar o dinheiro investido nem pagar imposto.

A chamada “transferência de custódia” é uma importante ferramenta para que o consumidor tenha a possibilidade de escolha. O cliente de uma corretora ou banco pode simplesmente transferir seus recursos para outro lugar.

O processo é relativamente simples. Pode variar um pouco entre algumas corretoras, mas segue um padrão geral. Se houver qualquer problema, é possível tirar dúvidas ou fazer reclamações no site da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que regula o mercado.

Veja a seguir os passos básicos para mudar seus investimentos para outra corretora:

Abra uma conta nova

Abra uma conta na corretora desejada, sempre observando as taxas e se ela é confiável e tem boa reputação no mercado (veja aqui como escolher uma corretora).

Peça o documento de transferência

Entre em contato com a instituição financeira inicial e peça pelo documento de transferência de valores mobiliários.

Reconheça o documento em cartório

Após o documento ser preenchido com informações pessoais e sobre as duas corretoras, é necessário o reconhecimento de firma da assinatura em cartório.

Envie o documento à corretora original

Depois o cliente deve contatar a corretora de origem para formalizar o envio do documento, seja por correio ou email. Em alguns dias e de forma automática, a custódia do investimento já estará na nova empresa.

Para acelerar o processo, é importante que o cliente tenha em mãos o número das contas (nova e antiga), razão social da empresa, número do agente de custódia e CNPJ das corretoras. Todos esses dados são disponibilizados pelas próprias corretoras.

Corretora não é dona dos investimentos

De acordo com Reinaldo Domingos, presidente da Dsop Educação Financeira, o processo é basicamente o mesmo tanto para renda fixa, como LCI e Títulos do Tesouro, quanto para renda variável, como as ações.

“A corretora tem apenas a custódia dos investimentos, ela não é detentora de nenhum papel”, disse ele. “Assim, não existe um problema em trocar de corretora. É só respeitar o procedimento de cada uma”, afirmou.

Cuidados com a nova corretora

Se o cliente pensa em trocar de corretora algumas observações são válidas e alguns cuidados devem ser tomados.

O custo das taxas é o item mais observado na hora da portabilidade. Claro que esse é um argumento válido e importante para não perder rentabilidade, mas deve ser cercado por cuidados.

Segundo Marcelo D’Agosto, economista especializado em administração de investimentos, a nova corretora deve oferecer segurança ao cliente.

Veja se atende seu perfil

“O cliente deve ter confiança na nova corretora, pois o barato pode sair caro. Ele precisa saber se as ordens serão cumpridas, com informações claras e fáceis, assim como qualquer prestador de serviços” disse ele.

Além disso, a variedade de produtos também deve ser observada. “Algumas corretoras oferecem mais opções em renda fixa, com diversos fundos, outras mais opções em renda variável, por exemplo. O cliente precisa identificar o que ele prefere e casar os perfis”, afirmou D’Agosto.

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