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A indústria brasileira prossegue em seu comportamento pendular. Em fevereiro, a produção industrial cresceu 0,7% no país em relação a janeiro e anulou queda de magnitude similar registrada no mês anterior..

Na comparação com fevereiro do ano passado, a produção cresceu 2% e interrompeu três meses consecutivos de taxas negativas. Mas lembre-se que o Carnaval caiu em março e fevereiro teve mais dois dias úteis em 2019 relativamente a fevereiro de 2018.

Se o comportamento mensal foi bom, a dinâmica não é tanto. Em 12 meses, a produção fabril brasileira aumentou apenas 0,5%. O indicador vem mergulhando de forma contínua desde julho do ano passado, quando estava em 3,3%.

Mas há aspectos positivos. A produção de bens de capital subiu 4,6% sobre janeiro. Isso pode significar alguma aposta das empresas em novos investimentos. Vale lembrar que bens de capital foi a categoria que jogou para baixo a indústria no final de 2018.

No extremo negativo, a tragédia de Brumadinho, que paralisou boa parte da extração de minério no país, jogou a produção da indústria extrativa para baixo: a queda de 14,8% em relação ao mês de janeiro é a maior desde 2002.

Não é novidade o enorme desafio que a indústria brasileira enfrenta. O setor acumula baixa de 12% desde que o país deparou-se com a recessão industrial em 2014-16. O atual nível de produção é o mesmo do primeiro trimestre de 2009. Lá se vai uma década perdida, mais uma. A expectativa é de que a indústria cresça  3% em 2019.

Quanto mais tempo for perdido na aprovação das alterações constitucionais no Congresso, mais tempo será necessário para que o setor faça o indispensável: investimento e inovação. O país tem pressa.

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