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O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, voltou a afirmar nesta quarta-feira (12) que, sem a aprovação de reformas, o próximo governo pode ser obrigado a aumentar impostos. As declarações foram dadas em café da manhã com jornalistas.

“Ou enfrentamos o gasto, que cresceu excessivamente, ou aumentamos impostos indefinidamente. Tem que entender esse ponto”, disse Guardia.

Na última terça-feira, o Ministério da Fazenda encaminhou à equipe de transição do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), uma série de recomendações de medidas que poderiam ser tomadas para aumentar a arrecadação, caso a reforma da Previdência não seja aprovada pelo Congresso Nacional.

Nas contas da pasta, a arrecadação extra poderia chegar a R$ 250 bilhões. Apesar das sugestões, Guardia declarou que o principal desafio do próximo governo será aprovar a reforma da Previdência.

“Se eu puder sugerir, a reforma da Previdência é o tema mais urgente que temos de focar. A questão fiscal é mais importante e não se resolve com privatização, se resolve enfrentando a questão do gasto”, disse.

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O ministro da Fazenda também disse que o processo de venda de estatais não é simples e relembrou que o projeto de lei que autoriza a venda da Eletrobras ainda está em debate no Congresso.

“Privatização nunca é fácil. É sempre um tema polêmico, que traz divergências e tem de ser debatido. Mas conseguimos a privatização das distribuidoras, que foi um avanço importante”, afirmou.

Guardia declarou que, apesar das dificuldades, os investidores estrangeiros e as agências de classificação de risco reconhecem a mudança na política econômica brasileira.

“A percepção é muito positiva e tenho certeza de que todos acompanharão os desdobramentos do ano que vem, pois há expectativa de continuidade dessa agenda de reformas. Vamos colher os frutos disso”, afirmou.

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