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É preciso cuidado para não tirar as lições erradas da tragédia de Brumadinho. Seria equivocado concluir que desastres desta natureza seriam mais frequentes com uma legislação ambiental mais flexível, como se um grande número de regras e normativos fossem garantia de segurança. Não são.

O problema não é falta de regulação, mas ausência de foco nas questões centrais, como é o caso das barragens da mineração.

Em vez de exigir um enorme papelório das empresas e dos indivíduos, a regulação ambiental deveria ser minimalista e extremamente rigorosa nos eventos de alto impacto, como é o caso da barragem rompida em Brumadinho e outras centenas delas espalhadas pelo território nacional e especialmente no estado de Minas.

É necessário mais rigor técnico, decerto, mas com menos burocracia. A proposta do governo federal de flexibilizar a legislação ambiental continua pertinente. Se executada de forma adequada, poderá liberar recursos humanos e materiais para fazer o que é essencial, adotando procedimentos simplificados para autorizações sem maior importância.

Este é o padrão de política de países avançados do ponto de vista ambiental e nos quais o Estado assegura o que é vital para o cidadão, sem importuná-lo com um sem-número de exigências que só servem para onerar ainda mais os orçamentos das famílias e das empresas. E tirar a atenção dos gestores públicos e privados daquilo que realmente importa para preservar vidas.

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